À milhas de abismos daqui
Orbitam asas frescas esperando pelos passageiros
Pelos peregrinos do infinito
No porão da noite guardei um sonho bonito
Não é o momento Ainda não é o momento
Mais um coração trancafiado no tártaro negro
Eclodiu o clarão do relâmpago silencioso
Já era mais que tempo
Estou desenterrando uma vontade antiga
Já era mais que tempo de desenterrar a vida
E Deus despertou do sono que teve
Novembro 29, 2008 às 6:18 pm |
Me lembrou uma musica do nação zumbi
pela sensação de felicidade!
Nascedouro
Abrindo os olhos pra tudo que brilha, tudo que brilha
Mas nem só de ouro, nem só de ouro
Acende a vida e inicia o grande drama
Apressado e sem ensaio
Sangrando uma vez por dia e nascendo de novo
Aprendendo no jogo
E ainda digo que
Que nem só de ouro, nem só de ouro
É preciso pra viver
Ladeira descendo e ainda dizer
Quem não vai torcer
Pro coração bater
Dá-lhe viver!
Dá-lhe viver!
E quem não vai torcer
Pro coração bater
Dá-lhe viver!
Dá-lhe viver!
Agosto 27, 2009 às 4:59 pm |
Gostei de suas poesias mais em especial essa, mto bom a forma que voce brinca com as palavras…parabéns pelo trabalho…tbem escrevo se quiser da uma olhadinha visita meu blog: http://osvaldovalerio.blogspot.com/
abraço